Botânica E Química
Álcoois terpênicos
Família química comum em óleos considerados mais versáteis em uso aromático.
Álcoois terpênicos, como linalol e geraniol, aparecem em diversos óleos florais e herbais. Mesmo sendo geralmente mais toleráveis que fenóis e aldeídos, ainda exigem diluição e avaliação individual.
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Aldeídos
Família química aromática potente, às vezes sensibilizante ou irritante.
Aldeídos como citral e cinamaldeído podem dar aroma cítrico ou especiado intenso, mas exigem atenção em pele sensível e diluição baixa.
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Cetonas
Família química que pode exigir cautela específica dependendo do constituinte.
Algumas cetonas em óleos essenciais estão associadas a cautelas com gestação, crianças, convulsões ou uso prolongado. A avaliação deve considerar óleo, quimiotipo, dose e rota de uso.
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Constituinte químico
Molécula presente no óleo essencial.
Constituintes químicos são compostos como linalol, limoneno, eucaliptol, mentol, eugenol, timol e citral. Eles influenciam aroma, segurança, volatilidade e possíveis aplicações educativas do óleo.
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Ésteres
Família química frequentemente associada a aromas suaves e frutados/florais.
Ésteres aparecem em óleos como lavanda e bergamota, contribuindo para aromas suaves, arredondados e agradáveis em blends. A interpretação terapêutica deve sempre respeitar segurança e contexto.
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Família química
Grupo químico predominante no óleo essencial.
Famílias químicas como monoterpenos, ésteres, álcoois, fenóis, aldeídos, cetonas e óxidos ajudam a entender aroma, volatilidade, intensidade e cautelas de segurança.
Família química potente e frequentemente mais irritante para a pele.
Fenóis como timol, carvacrol e eugenol aparecem em óleos intensos como tomilho, orégano e canela/cravo. Costumam exigir diluições baixas, uso curto e cautela elevada.
Análise laboratorial que identifica constituintes químicos do óleo essencial.
GC/MS significa cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas. É uma ferramenta usada para avaliar perfil químico, autenticidade e composição de óleos essenciais.
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Monoterpenos
Grupo químico leve e volátil, comum em cítricos e coníferas.
Monoterpenos costumam aparecer em óleos cítricos e de coníferas, contribuindo para aromas frescos, limpos e voláteis. Podem oxidar com o tempo e aumentar risco de irritação quando degradados.
Família química comum em óleos de perfil respiratório, como eucaliptol/1,8-cineol.
Óxidos como 1,8-cineol aparecem em eucalipto, ravintsara e alecrim cineol. Podem ser úteis em aromas frescos, mas exigem cautela com crianças pequenas e pessoas sensíveis.
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Quimiotipo
destaqueVariante química predominante dentro de uma mesma espécie botânica.
Quimiotipo é uma diferença na composição química de uma mesma espécie vegetal, geralmente influenciada por solo, clima, genética e local de cultivo. Exemplo: alecrim cineol, alecrim cânfora e alecrim verbenona.